Se a base da sociedade é a economia,a base da economia é a comunicação. A comunicação preside, rege, todas as relações humanas. Além do mais, ela não se limita a tornar possivel a circulação social de bens e serviços.Tem um produto próprio.Transformou-se numa grande indústria e num grande comércio,que movimentam muitos bilhões de dólares por ano. O que é produzido e vendido é comunicação. Uma mercadoria cada vez mais valiosa, apesar de imaterial: informação. Ou seja: notícias, dados, ideias, conhecimento, ficção, cultura e arte.
Mas o que é comunicação? A comunicação é dessas coisas que todo mundo sabe o que é mas ninguém consegue definir com precisão.Um exemplo, quando se publica uma notícia, ela passa a fazer parte da comunidade. Comunicação, comunhão, comunidade etc. São palavras que têm a mesma raiz e estão relacionadas à mesma ideia de algo compartilhado.
A etimologia da palavra sugere que se trata de um conceito eminentemente social na sua origem. Assim sendo, em primeiro lugar diz respeito ao homem, e por extensão a seres vivos que mantenham relações sociais entre si. Em outras palavras a comunicação seria um processo ativo, ou seja, envolve na sua essência um propósito (ainda que geneticamente programado) que é o de um se influenciar outro ser, modificar seu comportamento, obter uma resposta.
Felipe Tomaz
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Jogos e redes sociais em sala
Na manhã de hoje (29/11) apresentamos o seminário "Jogos online e a comunicação em redes sociais". Estiveram conosco três convidados. O Psicólogo Márcio Gondim e os Mestres em Tecnologias Fabrício Fava e Carlos Eduardo Novais.
As apresentações chegam à reta final e a cada seminário reencontramos muito
do que estudamos ao longo do semestre... Entre teorias e paradigmas.
Wolney Batista
As apresentações chegam à reta final e a cada seminário reencontramos muito
do que estudamos ao longo do semestre... Entre teorias e paradigmas.
Wolney Batista
domingo, 28 de novembro de 2010
O seminário
O blog “Conceitos da Comunicação” em parceria com o blog “Cultura em Movimento”apresentará nesta quarta (29/11), o seminário:
“Jogos online e a comunicação em redes sociais”
Convidamos três profissionais que abordarão o tema a partir de alguns aspectos como a “felicidade no ciberespaço” em que há um estudo com jovens usuários de comunidades virtuais. Por outro lado, mestres em tecnologias discutirão o comportamento dos usuários dos jogos online fazendo um paralelo entre os jogadores casuais e hardcore gamers.
Palestrantes convidados:
1. Márcio Silva Gondim, Psicólogo graduado pela Unifor. Autor de capítulo no livro “A vida no Orkut: narrativas e aprendizagens nas redes sociais”, recém-publicado pela UFBA.
2. Fabrício Fava, Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUC/SP), designer de interação do Instituto Atlântico e game designer de jogos independentes.
3. Carlos Eduardo Novais, Mestre em Tecnologias Aplicadas a Educação na Universidade de Salamanca. Professor dos cursos de Publicidade e Propaganda, de Audiovisual e Novas Tecnologias e de Jornalismo da Unifor. Coordenador do Grupo de Mídias Interativas da Unifor.
O seminário acontecerá 9h30 na sala T28 no Campus da Unifor e faz parte de uma atividade avaliativa da disciplina Teoria da Comunicação I, ministrada por Adriana Santiago.
Wolney Batista
“Jogos online e a comunicação em redes sociais”
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| Foto: blog Dino |
Palestrantes convidados:
1. Márcio Silva Gondim, Psicólogo graduado pela Unifor. Autor de capítulo no livro “A vida no Orkut: narrativas e aprendizagens nas redes sociais”, recém-publicado pela UFBA.
2. Fabrício Fava, Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUC/SP), designer de interação do Instituto Atlântico e game designer de jogos independentes.
3. Carlos Eduardo Novais, Mestre em Tecnologias Aplicadas a Educação na Universidade de Salamanca. Professor dos cursos de Publicidade e Propaganda, de Audiovisual e Novas Tecnologias e de Jornalismo da Unifor. Coordenador do Grupo de Mídias Interativas da Unifor.
O seminário acontecerá 9h30 na sala T28 no Campus da Unifor e faz parte de uma atividade avaliativa da disciplina Teoria da Comunicação I, ministrada por Adriana Santiago.
Wolney Batista
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Livro: O Declínio da Mídia de Massas.
O livro revela como os mais brilhantes profissionais de marketing têm usado novas tácticas para cativar os consumidores e aberto novas vias para substituir a TV, o rádio e a imprensa. O autor oferece soluções reais a publicitários com dificuldades para dominar as novas regras do jogo.
(Autor: JOSEPH JAFFE)

Mirella Griminelli
(Autor: JOSEPH JAFFE)
Mirella Griminelli
Midías Atuais.
A medida que aparece mais mídias,passamos a consumir praticamente,todas ao mesmo tempo. Uma sempre está interagindo com a outra. As mídias sempre servirão de base uma para outra,procurando sempre o novo mas baseado no velho. As principais mídias atuais,são o Orkut,Twitter,Facebook,Skype.

Mirella Griminelli
Mirella Griminelli
domingo, 24 de outubro de 2010
O pastelão
O cinema sempre é arte? Para Adorno e Horkheimer, há muito tempo, não mais. Nem a telona nem o rádio podem ser mais vistos como podutos de arte, pois, nem eles mesmo se mostram assim.
Os dois, se assumem como indústria, e suas produções já não tem mais nehuma pretensão com a qualidade. Tendo muitos espectadores e dando lucro, é isso que importa.
Os dois, se assumem como indústria, e suas produções já não tem mais nehuma pretensão com a qualidade. Tendo muitos espectadores e dando lucro, é isso que importa.
Cada um no seu quadrado
Nós todos somos alvos da Indústria Cultural. Cada um dentro do seu tipo, seu nível. A Indústria Cultural cria produtos "similares" para cada classe social. Por exemplo, vamos fazer a comparação entre estas duas blusas, uma da loja C&A e a outra, da grife Hollister.
As duas tem a mesma função (de vestir), seguem o mesmo padrão (fashion) e são para o mesmo público (jovem). A diferença é que elas foram feitas para onsumidores distintos, de massas distintas.
A qualidade ou exclusividade que a peça da grife parece dar, para Adorno e Horkheimer, são meramente para dar a "ilusão da concorrência e da possibilidade de escolha".
Texto de Wolney Batista
As duas tem a mesma função (de vestir), seguem o mesmo padrão (fashion) e são para o mesmo público (jovem). A diferença é que elas foram feitas para onsumidores distintos, de massas distintas.
A qualidade ou exclusividade que a peça da grife parece dar, para Adorno e Horkheimer, são meramente para dar a "ilusão da concorrência e da possibilidade de escolha".
Texto de Wolney Batista
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